Alice e o Chapeleiro. Uma nova história.

Eu sou fascinada pelo país das maravilhas e seus habitantes, não tanto pela história da Alice em si, mas pelas próprias maravilhas da terra que ela descobriu depois da toca do coelho branco.

Admito que tenho uma fascinação pelo chapeleiro, bem anterior ao filme com Jonny Deep, e após o filme virou uma paixonite. Sou fã do ator então juntaram duas coisas de que já gostava e não tive como fugir, caí de amores. kkk

Sei que a história original é com uma garotinha o que inviabiliza um romance. Não sou pervertida nem maluca de enfiar a Alice criança numa loucura dessas. Kkkk

Porém as vezes imagino que uma vez que se descobre um local tão mágico assim, quem seria capaz de não tentar voltar na idade adulta. E isso seria realmente uma nova história.

Nessa onda li no skoob, sobre um livro onde Alice tinha um romance com o chapeleiro, pesquisando um pouco mais achei um site que falava que o roteiro original dos filmes de Tim Burton culminava neste ponto exato, no romance ainda que discreto e meio platônico da Alice já adulta e o chapeleiro.

Contudo li neste mesmo local que foi suprimida a indicação do romance nos filmes.

Fui atrás do link do livro e pasmem, era new adult, bem mais hot do que imaginei. O livro é o primeiro volume da série Reinos, o nome é Her Mad Hatter e a autora é Marie Hall.

Não nego que curti o livro mesmo lendo a versão traduzida do inglês pelo google. Curiosidade é isso. Kkkk

Não é nada parecido com a historia original( não é a Alice original logicamente) sendo parte de uma série sobre romances de vilões dos contos de fadas( onde que o Chapeleiro era um vilão não sei até agora). O nosso doce chapeleiro pode ser tudo menos um vilão eu creio. Mas é o primeiro volume desta serie e isso é um fato.

Tentei ler a serie inteira, mas confesso que o romance de Alice foi insuperável em criatividade e drama, os demais não tiveram para mim o mesmo encanto, fiquei um pouco curiosa sobre a história do lobo e da chapeuzinho( que nao era a chapeuzinho original) dei uma olhada mas acabei não curtindo. Fiz o mesmo com o capitão gancho, mas também não me prendeu atenção.

Repito que nos livros as histórias se passam com mulheres adultas e não com menininhas. Já que sempre pode ter um desavisado que vai ler este post só por cima e sair com informação incompleta. Rs

Uma amiga cinéfila do trabalho me disse que tinha assistido no skyfi, canal de tv por assinatura que um filme em duas partes sobre Alice seria passado em comemoração ao aniversário de 152 anos da obra literária. Eu tentei assistir mas não rolou por conta de um falha elétrica no meu bairro que ficou as escuras.

Adivinhem quem chegou no trabalho com uma cópia da série para mim. Isso mesmo! Ela mesma! Achou no Youtube uma cópia do filme com imagem inferior e tudo o mais, porém dublada e versão livre que até crianças podiam ver. Segundo ela um filme versão Disney, já que depois do livro era melhor avisar.

Tem a Alice, novamente adulta e não a original, tem aventura, tem modernidade, tem o chapeleiro lindo de morrer que ocupou um lugarzinho no meu coração ao lado da versão de Tim Burton, e tem romance.

Recomendo fortemente! Eu nem preciso dizer que caí de amores.

Foi tudo de bom, achei o enredo maluquinho, futurista e interessante, um pouco mais centrado do que as versões já vistas, com um toque único e invador, e uma abordagem que ninguém tentou antes.

O chapeleiro mais corajoso, coerente e apaixonado que já vi, além de ser lindo. Achei o filme inteligente e de enredo bem amarrado, futurista com um toque retrô segundo o marido, mas com aquela tranquilidade de filme de sessão da tarde. Pra mim foi tudo de bom e confesso que o filme já vi umas 20 vezes mais ou menos e não me canso nunca. Kkkkk

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