Tropa de Elite 2. Foi bom pra vc? Foi bom pra mim!

Agora falando do filme, EU REALMENTE ADOREI, DE VERDADE, eu não tinha achado muita graça no primeiro já que não curto violência excessiva, muito tiro me deixa de saco cheio, e filme de guerra para mim por exemplo tem que ter um enredo que valha a pena mesmo ficar assistindo tanta carnificina. No primeiro o enredo era bom sim, mais…sei lá, ainda tinha cara de filme tupiniquin, coisa que o 2 deixo pra trás numa boa.

Sempre digo que para ver morte, tiro, e violência gratuita, vejo telejornal, não preciso ver filme.

PERTO DESSE O PRIMEIRO É MERA BRINCADEIRA DE CRIANÇA!! SEM DÚVIDA MUITO MELHOR, MAIS MADURO, MAIS BEM ACABADO!

Achei excepcional e acredito que esse realmente tinha chance de ganhar um Oscar.

Trama bem amarrada, história bem contada, violência bem dosada, e realidade mesmo, mais um tanto quanto atenuada como deve ser para ficar bem acabado.

Tudo redondinho, tudo bem feitinho, quase chorei de emoção, sem dúvida uma super produção. Um drama de qualidade, sem pretensão, sem forçação.

Diversão e adrenalina garantidos, tudo dentro dos conformes, arrasando a concorrência gringa.

Destaque para Seu Jorge como Beirada, sempre arrasando, e para o personagem que parecia o Deputado Vagner Montes, que achei simplesmente fan-tas-ti-co!!Ri demais!

Tropa de Elite 2: O Inimigo agora É Outro (ficha wikipédia)

Brasil
2010 • cor • 116 min • Inadequado para menores de 16 anos DJCTQ (Brasil)
Produção
Direção José Padilha
Produção Marcos Prado
Produção executiva Leonardo Edde
Roteiro José Padilha
Braulio Mantovani
Narração Wagner Moura
Elenco original Wagner Moura
Irandhir Santos
André Ramiro
Milhem Cortaz
Sandro Rocha
André Mattos
Maria Ribeiro
Tainá Müller
Género Ação
Idioma original Português
Música Pedro Bromfman
Diretor de arte Tiago Marques
Cinematografia Lula Carvalho
Edição Daniel Rezende
Estúdio Zazen Produções
Distribuição Zazen Produções
Lançamento 8 de outubro de 2010
Orçamento R$14–16 milhões
Receita R$69.492.307

Tropa de Elite 2: O Inimigo agora É Outro é um filme brasileiro de 2010, dirigido por José Padilha, que também escreveu seu roteiro, com Braulio Mantovani, e estrelado por Wagner Moura. É a sequência do filme Tropa de Elite, de 2007, e e foi lançado no Brasil em 8 de outubro de 2010.

Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que “o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política”. Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.

AQUI ESTÃO SPOILERS, SE VC É DAQUELES QUE NÃO GOSTA QUE TE CONTEM COISA NENHUMA,PARE DE LER AQUI E VÁ ASSISTIR O FILME, PORQUE VOU CONTAR TUDINHO E COM TODOS OS DETALHES ESCABROSOS!!RS

Enredo

O filme começa, apresentando Nascimento saindo do Hospital Beneditino. Seus passos estão sendo observados por um grupo de homens que se comunica através de rádio transmissores. Enquanto dirige seu carro, ele é abordado por um outro veículo, do qual saem homens armados que começam a alvejar o automóvel. Enquanto ocorre o atentado, Nascimento, como narrador, diz que, embora possa ser considerado “um clichê de filme americano”, chegar perto da morte o faz recordar o que havia ocorrido para que chegasse até aquele ponto.

Um flashback narra os acontecimentos de quatro anos antes, quando uma divisão do BOPE comandada por Nascimento e André Matias se envolve no controle de uma rebelião no presídio Bangu I. Durante a rebelião, o criminoso Beirada, com a conivência dos agentes responsáveis pela segurança da unidade penal, foi capaz de dominar o presídio e assassinar seus adversários. Com a situação em escalada, o professor de história Diogo Fraga é chamado ao presídio. Membro de uma ONG dedicada à defesa dos Direitos Humanos, Fraga é chamado numa tentativa de negociar o fim da rebelião. O ativista sucede em negociar a libertação dos reféns, mas Matias se precipita e, descumprindo uma ordem de Nascimento, ingressa na área controlada por Beirada, o que faz com que Fraga seja tomado como refém. Após Beirada ser convencido a libertar Fraga, Matias atira contra o criminoso, matando-o.

As consequências da ação de Matias, tanto para ele quanto para Nascimento, são o fio condutor do filme: Matias é usado como bode expiatório e é expulso do BOPE, mas Nascimento, visto como herói pela população, é nomeado para o cargo de Subsecretário de Inteligência da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Uma vez na Secretaria, Nascimento é capaz de articular uma completa reestruturação do BOPE, aumentando seu efetivo e modernizando seus equipamentos. Essa reestruturação o auxilia no combate ao tráfico de entorpecentes, e, com o passar do tempo, a Secretaria é capaz de encerrar as atividades de traficantes na maior parte das favelas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Desbaratar o crime organizado, ao contrário do que Nascimento planejara, não contribuiu para a diminuição da corrupção, mas fez surgir uma nova organização criminosa, as “milícias”. No filme é retratada a ascensão de um policial militar corrupto, o Major Rocha. Rocha percebe que, ao eliminar a figura do traficante, ele não estaria deixando de receber a propina que vinha recebendo, mas sim poderia passar a controlar diretamente a comunidade, eliminando assim o intermediário e tendo lucros maiores. Assim, ele e seu grupo passam a comandar uma comunidade.

Comprar o apoio das lideranças das comunidades significaria a criação de verdadeiros currais eleitorais. Ciente disso e visando se beneficiar politicamente das regiões controladas pelas milícias nas próximas eleições, o Governador do Rio de Janeiro se associa ao Deputado Estadual Fortunato, ao Secretário de Segurança Pública e ao Major Rocha para forjarem uma situação que justificasse a invasão do bairro do “Tanque”, uma comunidade que representaria relevante acréscimo na quantidade de eleitores. Membros da milícia invadem a delegacia da comunidade, e saqueiam a reserva de armamentos da mesma. Em seu programa de televisão, Fortunato polemiza o ocorrido, atribuindo aos traficantes em atuação na comunidade a responsabilidade, e exigindo providências do Governador do Estado, que ordena à Nascimento e à Secretaria de Segurança que planejem uma operação para invadir a comunidade, expulsar os traficantes e encontrar as armas. Nascimento se opõe à operação, por não ter encontrado, dentre as escutas telefônicas instaladas na comunidade, nenhuma prova de que as armas estariam lá, mas é voto vencido frente à afirmação do Coronel Fábio de que um informante de seu Comando já teria imputado a autoria dos crimes aos traficantes da comunidade.

Matias, reintegrado ao BOPE por sugestão do Major Rocha e por influência do Dep. Fortunato, é escolhido para ser o líder de campo da operação, que é bem-sucedida em eliminar a maior parte dos traficantes da área. As armas, entretanto, não são encontradas, com o líder dos traficantes negando ter sido o responsável pelo roubo, mesmo após ser interrogado. Matias questiona Fábio sobre a procedência da denúncia, e exige uma explicação, porém é assassinado pelos homens de Rocha. A morte de Matias e o fracasso em encontrar as armas faz com que Nascimento torne a questão algo pessoal.

Elenco

* Wagner Moura interpreta Roberto Nascimento, agora Tenente-Coronel da Polícia Militar do Rio de Janeiro e Subsecretário de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.
* Irandhir Santos interpreta Diogo Fraga, um professor de História, que se torna deputado estadual após a controvérsia em Bangu I.
* André Ramiro interpreta o Capitão André Matias.
* Maria Ribeiro interpreta Rosane, ex-esposa de Nascimento e agora casada com Fraga.
* Sandro Rocha interpreta Major Rocha, o vilão principal do filme. Policial militar responsável pelo comando da milícia retratada no filme. No primeiro filme da série Rocha teve uma pequena participação, como um sargento corrupto do batalhão onde os aspirantes Neto e Matias trabalhavam.
* Milhem Cortaz interpreta o Coronel Fábio Barbosa. Ainda bastante corrupto, tem como concorrente e também cúmplice na corrupção o Major Rocha. Continua amigo de André Matias, por quem foi salvo treze anos atrás (no primeiro filme da série).
* Tainá Müller interpreta Clara, uma jornalista. No filme, ela entrevista Matias sobre o sucateamento do BOPE, após o mesmo ser expulso do batalhão por causa dos eventos na rebelião em Bangu I e, posteriormente, auxilia o Deputado Diogo Fraga na investigação das milícias.
* Seu Jorge interpreta Beirada, criminoso responsável por liderar a rebelião em Bangu I.
* André Mattos interpreta Fortunato, Deputado Estadual e apresentador de um programa de televisão sensacionalista.
* Emílio Orciollo Neto interpreta Valmir, um policial que atua na área administrativa. É Valmir quem recepciona Nascimento quando este ingressa na SSP, e passa à auxiliá-lo nos serviços de inteligência.
* Fabricio Boliveira interpreta Marreco.
* Bruno D’Elia interpreta Capitão Azevedo.
* Pedro Van Held interpreta Rafael, o filho de Nascimento e Rosane.

Produção
Escolha do elenco e personagens

O primeiro membro confirmado do elenco foi Wagner Moura, que retorna como seu personagem Roberto Nascimento, que foi promovido de Capitão a Coronel. Em Tropa de Elite 2, Nascimento tem 40 anos e está grisalho. André Ramiro também voltou a interpretar André Matias; o ator foi treinado por profissionais da CATI-SWAT para comandar policiais durante o filme. O músico e ator Seu Jorge foi convidado pelo diretor José Padilha para atuar como um dos antagonistas dos policiais do filme, Beirada; o cantor organizou seu agenda de shows, de forma que pudesse gravar suas cenas para o filme. Maria Ribeiro também está de volta como Roseane, que não será mais casada com Nascimento, mas com um deputado de esquerda que discorda do modo de agir do ex-marido. Esse deputado seria interpretado por João Miguel, que desistiu de participar do filme; o ator que o substituiu foi Irandhir Santos, escolhido em uma oficina realizada por Fátima Toledo.Milhem Cortaz, que retorna como o corrupto Fábio Barbosa agora promovido de Capitão a Coronel.

Tropa 2 é mais maduro, é mais bem filmado. Os personagens são mais bem construídos e isso se reflete no protagonista. Nascimento é muito mais consciente que no primeiro filme. — Wagner Moura, sobre o desenvolvimento de seu personagem.

Tainá Müller, que não estava no primeiro filme, vive Clara, que representa a imprensa no filme.O ator Emílio Orciollo Neto está no elenco como o policial administrativo Valmir. Sandro Rocha, que apareceu em poucas cenas no primeiro filme, tem um papel maior nesse, interpretando o Major Rocha, conhecido como Russo, que é chefe da milícia. Outros membros do elenco são Fabricio Boliveira, Bruno D’Elia e Jovem Cerebral.

Preparação do elenco

Entre novembro e dezembro de 2009, antes do início das filmagens de Tropa de Elite 2, os atores do elenco – exceto Maria Ribeiro, que estava grávida na época – passaram por um treinamento, comandado por Fátima Toledo. Parte do elenco também passou por um outro treinamento, que ocorreu em um sítio na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com coordenação de Paulo Storani, consultor de segurança, e em parceria com membros de BOPE e da CATI. Sobre isso, André Ramiro falou, “Eles nos trataram como policiais de verdade. Não tinha estrelismo. Eu também tinha que falar ‘Não, senhor. Sim, senhor”. Wagner Moura e Pedro Van Held passaram por um treinamento de jiu-jitsu com o lutador Rickson Gracie.

O treinamento realizado pelo elenco tem como objetivo tornar o filme mais realista, e os atores tiveram que aprender técnicas para o uso de armas e estratégias de ação em áreas de risco, além de passar por um melhoramento do condicionamento físico, com maior intensidade para aqueles que não estavam no primeiro filme.

Filmagens

As filmagens de Tropa de Elite 2 foram iniciadas em 25 de janeiro de 2010, com a participação de oitenta policiais reais atuando como figurantes. Em 1 de fevereiro de 2010, foram realizadas gravações no Morro Dona Marta, em Botafogo, contando com o uso de dois helicópteros e armas, que fizeram com que moradores de bairros vizinhos pensassem que se tratava de um tiroteio real. Para a realização da filmagem das cenas que aconteceriam no Bangu 1, quarenta profissionais trabalharam durante dois meses na construção de um presídio de 500 m², baseados nas anotações do diretor de arte Tiago Marques sobre Bangu 1, já que não foi permitido que tirasse fotografias do local. As filmagens no presídio ocorreram durante os quatro dias do carnaval de 2010.

Uma das cenas do filme seria realizada na Câmara dos Deputados, mas a filmagem não foi permitida. A equipe produziu, então, um Conselho de Ética na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, e as gravações foram feitas em 15 de abril de 2010. As filmagens foram finalizadas nesse mesmo mês e o filme entrou em pós-produção.

Lançamento
Estratégia contra pirataria

Após o primeiro filme ter vazado e sido assistido por milhões de pessoas antes de seu lançamento oficial, a equipe de Tropa de Elite 2 preparou uma estratégia para evitar que este filme também seja pirateado. Antes do início da produção, Marcos Prado informou, “Dessa vez vamos ter um esquema especial de segurança. Teremos uma equipe de segurança para monitorar a edição, transportar os rolos e acompanhar cada processo de produção. A matéria prima será preservada”. José Padilha completou, “Não vamos terceirizar nenhum serviço. Vamos fazer toda a pós-produção na nossa produtora, dentro do nosso caveirão”.

O roteiro foi enviado para a Agência Nacional do Cinema com o título “Crime organizado” e foi impresso com tinta vermelha, para impedir que fosse feita uma fotocópia. A equipe de produção do filme alugou um apartamento, monitorado por câmeras, onde foi feita a edição. Quatro pessoas tinham acesso ao local, apenas através de senhas, e não havia meios de utilizar internet. Outra estratégia anti-pirataria tomada pela equipe foi a colocação de códigos nas cópias do filme enviadas para os cinemas; dessa forma, se alguma delas for filmada, saberão de que cinema é a cópia. Policiais militares paulistas também estão ajudando a evitar que o material vaze. A edição final das imagens, ainda sem o som, foi colocada em um cofre de banco.

Recepção da crítica

Tropa de Elite 2 recebeu críticas positivas. Em uma resenha escrita para o G1, Luciano Trigo afirmou que o filme é um “tapa na cara do espectador” e que tem “um roteiro muito mais ambicioso que o original”. Segundo Trigo, o diretor José Padilha conseguiu escapar das “armadilhas” na continuação, como “repetir uma fórmula de sucesso, ou ceder à pressão patrulheira dos que classificaram o primeiro filme como ‘fascista'” e foi “ainda mais fundo no retrato realista e duro da realidade social do Rio de Janeiro, esgarçada pela violência e pela corrupção em suas variadas formas”. No UOL, Alessandro Giannini elogiou a interpretação de Wagner Moura e afirmou que esse filme é mais “consistente e coeso” que o primeiro e que “não há espaço para dúvidas ou ambiguidades”.

Carla Navarrete escreveu no Yahoo! que “a trama é muito mais complexa [que a do primeiro filme], assim como a mão de Padilha na direção está bem mais firme. Já Wagner Moura está mais afinado do que nunca com seu personagem. Envelhecido, seu Nascimento traz uma expressividade dramática de esfriar a espinha”. Marcelo Forlani do site Omelete, avaliou o filme com quatro “ovos”, em um máximo de cinco, dizendo que ” ‘Tropa 2’ continua violento, continua polêmico, continua pingando limão na ferida” e que “os momentos de alívio cômico só funcionam tão bem porque o restante do filme é bastante recheado de ação e tensão”. No MSN, Karen Lemos escreveu que “‘Tropa 2’ inverte os papéis estabelecidos do primeiro longa: no lugar dos bandidos, a polícia; e no lugar da lei, a corrupção” e que apresenta “sequências de operações policiais de tirar o fôlego”; ela concluiu que o filme “não decepciona. Ação, sangue e violência à vontade, como manda a fórmula bem-sucedida que se estabeleceu em 2007, quando ‘Tropa de Elite’ chegou aos cinemas. […] Com menos bordões que o primeiro, e com pitadas de humor-negro que nem sempre funcionam, a sequência dá um pulo e evolui na hora de apontar problemas mais sérios”.

O jornalista André Forastieri, em seu blog para o portal de notícias R7, se mostrou decepcionado com o resultado final do filme: “Claro que um filme não é uma tese acadêmica, nem precisa ser uma peça de propaganda, ou dar contas de todas as questões brasileiras – só se ele se propuser a ser tudo isso. O filme enfim verga sob o peso duplo de sua ambição e indecisão. As pessoas que habitam ‘Tropa de Elite 2’ soam pessoas, não personagens. Os atores estão uniformemente bem. Wagner Moura brilha. Os diálogos cintilam. Mas os momentos mais poderosos são amortecidos pela discurseira sem fim. E o sentimento cumulativo é de impotência. Como quase toda sequência, esta não escapa de diminuir o valor do original”.

Bilheteria

Tropa de Elite 2 bateu recorde de bilheteria nacional, com mais de 1,25 milhão de espectadores em seu primeiro final de semana. Essa abertura foi a quinta maior da história brasileira e a maior do ano e de um filme nacional, até então. Duas semanas após sua estreia, havia sido visto por 4,14 milhões de pessoas nos cinemas brasileiros, arrecadando cerca de R$40 milhões. Na terceira semana, acumulou R$57 milhões, com um público de 5,9 milhões, conseguindo ser o terceiro filme nacional mais visto da história do país – ficando atrás de A Dama do Lotação (1978), com 6,5 milhões, e do primeiro lugar Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), que teve 10,7 milhões.No total, 736 salas em todo o Brasil estão exibindo o longa.

Nas pré-vendas também foi um recorde, em termos de filmes nacionais nos Cinemas Severiano Ribeiro/Kinoplex, com vendagem de mais de 50.600 ingressos antecipados, sendo a maior marca já registrada pela empresa.

Trilha sonora

A trilha sonora oficial do filme foi lançada também em outubro de 2010, pela EMI Music, em parceria com a produtora Zazen. Suas faixas foram selecionadas pelo produtor musical Pedro Bromfman.

As dez faixas contidas no álbum, além das instrumentais de Pedro Bromfmam e duas versões de “Tropa de Elite”, foram confirmadas pela EMI antes do lançamento.

Faixas

1. Paralamas do Sucesso – “O Calibre”
2. Tihuana – “Tropa de Elite”
3. Pedro Bromfmam – Instrumental 1
4. Legião Urbana – “Que País É Este”
5. O Rappa – “Tribunal de Rua”
6. Pedro Bromfmam – Instrumental 2
7. Marcelo D2 – “Candidato Caô Caô”
8. Zeca Pagodinho – “Quem É Ela?”
9. Pedro Bromfmam – Instrumental 3
10. Tihuana – “Comboio do Terror”
11. MC Leonardo e MC Júnior – “Tá Tudo Errado”
12. Pedro Bromfmam – Instrumental 4
13. Leci Brandão – “Zé do Caroço”
14. Cazuza – “Brasil”
15. Pedro Bromfmam – Instrumental 5
16. Tihuana – Tropa de Elite (nova versão)

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